Este site utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade e o uso de cookies ACEITAR

ARTIGOS

Nesta subsecção estão disponíveis diversos artigos, crónicas e textos abordando os mais diversos temas ligados ao mar, às actividades subaquáticas, equipamentos, ecologia e conservação do meio ambiente, socorrismos, entre outros, seleccionados de várias fontes de imprensa escrita e digital com o objectivo de proporcionar não só bons momentos de leitura e lazer, mas também aumentar e reforçar conhecimentos, despertar paixões e alimentar sonhos.

 

Quando fui abordado no sentido de começar a escrever sobre o mergulho a primeira pergunta que me surgiu foi naturalmente o tema que serviria de “tiro de partida” à nova crónica. Após algumas ideias pensei que, considerando o universo de leitores da Revista da Marinha, seria interessante abordar algumas definições relativas às principais áreas do mergulho. Embora pareça trivial é um tema que frequentemente suscita dúvidas, mesmo entre “aficionados” e, curiosamente, poucas vezes tenho tido oportunidade de ver abordado neste tipo de fora.
Esta Crónica da Revista de Marinha é a primeira de três dedicadas a introduzir os conceitos por trás da utilização de misturas diferentes do ar em mergulho recreativo, nomeadamente o NITROX, HELIOX e TRIMIX. Neste texto aborda as características, vantagens e inconvenientes do mergulho com misturas respiratórias NITROX.
Esta Crónica da Revista de Marinha é a segunda de três dedicadas a introduzir os conceitos por trás da utilização de misturas diferentes do ar em mergulho recreativo, nomeadamente o NITROX, HELIOX e TRIMIX. Neste texto aborda as características, vantagens e inconvenientes do mergulho com misturas respiratórias HELIOX .
Esta Crónica da Revista de Marinha é a última de três dedicadas a introduzir os conceitos por trás da utilização de misturas diferentes do ar em mergulho recreativo, nomeadamente o NITROX, HELIOX e TRIMIX. Neste texto aborda as características, vantagens e inconvenientes do mergulho com misturas respiratórias TRIMIX.
Nos últimos anos tem sido comum encontrar instrutores de mergulho a falar sobre a decisão tomada pelas principais agências de certificação de mergulho no sentido de progressivamente substituir, nos currículos dos cursos iniciais de mergulho recreativo, as já seculares tabelas de mergulho pelos seus rivais tecnológicos, os computadores de mergulho. Neste conjunto de crónicas não pretendo tomar qualquer posição no que diz respeito a esta linha de ação por parte das agências internacionais nem defender a utilização de um ou outro método no que diz respeito ao ensino do mergulho, apenas deixar alguns dados que possam ajudar os interessados nestas temáticas a refletir e eventualmente construir uma opinião acerca do assunto.
Mas afinal o que é um computador de mergulho? Na sua função base, o cálculo da absorção de azoto pelo mergulhador quando em imersão, é um microprocessador o qual tem introduzido um algoritmo de descompressão e a que estão ligados um profundimetro e um relógio, que conjugados fornecem os dados de entrada para processamento. Estes dados não são mais que a informação da profundidade dada em intervalo de cerca de um segundo (varia de modelo para modelo) que permitem ao algoritmo calcular a entrada (saturação) e/ou saída (desaturação) do azoto nos nossos tecidos.
Rebreather: Mergulho recreativo e técnico com equipamentos recicladores de circuito fechado e semi-fechado.
Rebreather: Origens históricas e conceito de funcionamento. Neste texto vamos tentar explicar de que forma trabalham de facto os equipamentos recicladores mecânicos e electrónicos.
A Narcose dos Gases Inertes (NGI) refere-se a um síndroma clinico caracterizado pela redução da velocidade na percepção, avaliação e reacção a eventos tendo também reflexos ao nível da disposição mental e comportamento.
Mas afinal qual é a função do regulador de mergulho e como é que funciona? Genericamente todos os reguladores de mergulho modernos são compostos por três componentes fundamentais: o primeiro andar, a mangueira e o segundo andar.
Pretendo nesta crónica falar um pouco mais detalhadamente em Primeiros Andares (PA); como são construídos e constituídos, quais os tipos que podemos encontrar e quais as principais diferenças entre eles.
Recordando, a principal função de um SA de um regulador é reduzir a pressão intermédia (PI), que chega através da mangueira com origem no PA, para a pressão da profundidade a que se encontrar o mergulhador, permitindo uma respiração comoda e natural. Genericamente é o SA o responsável pelo conforto respiratório de qualquer regulador.
Tendo dedicado as últimas crónicas a questões técnicas relacionadas com equipamentos e fisiopatologia hiperbárica, nesta edição, com o mergulho como tema central desta revista, decidi fazer uma pequena reflexão acerca das características e peculiaridades do mergulho como actividade lúdica e recreativa, que o tornam aliciante, apaixonante, acessível e, num mundo que se pretende global e civilizado, inclusivo.
Após ter abordado o mergulho na juventude na última crónica, mantendo a temática da relação da idade com a prática da atividade, vou dedicar esta crónica ao mergulho “sénior”. De acordo com o “DEMA’s (Diving Equipment & Marketing Association) Annual Activity Report”, a idade média do mergulhador recreativo nos Estados Unidos da América é 45 anos, havendo algum consenso de opinião que esta idade tenderá a aumentar. Este facto estatístico deita por terra o velho paradigma que caracteriza o mergulho com atividade radical, praticado fundamentalmente por jovens que procuram emoções fortes, por um conceito que associa a actividade a uma população mais madura que procura no mar momentos de descontracção, socialização, desenvolvimento e suplantação pessoal.
Após ter abordado o mergulho na juventude e o mergulho “sénior” nas duas anteriores crónicas, julgo interessante e pertinente falar um pouco do mergulho “no feminino”, não porque exista qualquer factor diferenciador entre os dois sexos na actividade de mergulho, antes pelo contrário, mas porque acredito poder desvanecer algumas dúvidas e, quem sabe, algum preconceito. Na explosão do mergulho recreativo nos anos 70, por ser uma modalidade nova e “radical” e por grande parte dos instrutores terem a sua génese em instituições militares, criou uma imagem associada à masculinidade e vigor físico que veio a desvanecer-se com a generalização e banalização da actividade. Desde então o número de mulheres praticantes de mergulho com escafandro autónomo não tem parado de aumentar, representando neste momento um forte nicho, capaz de gerar grandes investimentos por parte dos diversos agentes económicos, com o objectivo de melhor explorar as características e exigências deste grupo particular de mergulhadores.
Pretende-se com esta crónica iniciar uma série de publicações relacionados com as mais significativas patologias associadas ao mergulho e actividades subaquáticas e, para abrir, escolhi a mais carismática e abordada das patologias relacionadas ao mergulho com equipamento de respiração autónomo, a Doença de Descompressão (DD).
Depois de na última crónica ter introduzido a Doenças de Descompressão (DD) e descrito genericamente as suas causas e mecanismos de geração, pretendo nesta crónica abordar as formas mais comuns desta patologia e os sintomas e sinais associados à sua ocorrência.
Tendo dedicado as duas primeiras crónicas à definição da Doença de Descompressão (DD), causas, mecanismos de geração, sinais e sintomas pretendo nesta crónica abordar os factores potenciadores da ocorrência desta patologia relacionada com a permanência humana em ambientes de pressão superior à atmosférica. Como forma de organização vou dividir estes factores em fisiológicos, ambientais e de conduta ou procedimento.
Depois de nas três primeiras crónicas dedicadas à Doença de Descompressão (DD) ter caracterizado a patologia, os seus mecanismos de geração, sinais e sintomas e factores potenciadores, vamos dedicar esta quarta e última crónica sob esta temática à gestão de um cenário de DD.
Deparo-me frequentemente com o preconceito (sem nenhuma conotação negativa) de que o mergulho é uma actividade de Verão. Percebe-se a natural associação do mar à praia, ao calor e às tradicionais actividades de veraneio mas no caso do mergulho recreativo em Portugal esta ligação não poderia estar mais longe da realidade. O fim do Outono e o Inverno são de facto a melhor época do ano para se mergulhar na nossa costa!